Portfólio BD MAX™

Conheça as possibilidades de diagnóstico molecular com testes automatizados para um cuidado mais rápido e preciso do seu paciente

Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS)

Um conjunto abrangente de soluções para triagem e cultura de vigilância

A eficiência e versatilidade oferecidas pelo Sistema BD MAX™ e pelo portfólio de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) fornecem um conjunto abrangente de soluções em uma plataforma única e totalmente automatizada, permitindo que o laboratório forneça resultados rápidos e precisos que podem impactar positivamente o gerenciamento do paciente.

Desafios de IRAS para as instituições

  • O custo diário do paciente com IRAS foi 55% superior ao de um paciente sem IRAS1
  • Até 30% das IRAS podem ser prevenidas com protocolos de stewardship2
  • 1 em 31 pacientes hospitalizados desenvolvem IRAS, sendo bactérias resistentes aos antibióticos a principal causa3
  • 1 em 5 mortes relacionadas à resistências aos antimicrobianos (RAM) ocorreu em crianças com menos de 5 anos4

Consequências de IRAS

A CADA ANO, CENTENAS DE MILHÕES DE PACIENTES EM TODO O MUNDO SÃO AFETADOS POR IRAS, OU IINFECÇÕES ADQUIRIDAS EM AMBIENTES DE SAÚDE, OCASIONANDO5,6

  • Alta taxa de mortalidade
  • Sobrecarga de recursos humanos e econômicos
  • Estadias hospitalares prolongadas
  • Incapacidade de longo prazo
  • Maior resistência aos antimicrobianos

Detecção de IRAS e Controle de Infecção

A DETECÇÃO PRECOCE E PRECISA DE IRAS COMBINADA COM INTERVENÇÕES ADEQUADAS DE CONTROLE DE INFECÇÃO E TRATAMENTO DO PACIENTE PODE:

  • Apoiar iniciativas de administração antimicrobiana
  • Impedir a transmissão
  • Melhorar a satisfação e o planejamento de vida do paciente
  • Melhorar a gestão clínica

Conheça o portfólio BD MAX™ para detecção de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS)

BD MAX™ STAPH SR

  • As ISC são as infecções associadas aos cuidados de saúde (IRAS) mais comuns na Europa – a taxa de ISC varia entre 0,5% e 10,1%7
  • Pacientes com ISC apresentam taxa de mortalidade de 2 a 11 vezes maior em comparação com pacientes cirúrgicos sem ISC2
  • Staphylococcus aureus é um dos principais causadores de infecções9
  • A taxa de mortalidade por S. aureus resistente à meticilina (MRSA) varia entre 15% e 40%9
  • Mais de 30% da população é colonizado por S.aureus.10
  • Portadores nasais assintomáticos de S. aureus apresentam risco três a seis vezes maior de IRAS do que entre não portadores11-13
  • O número de infecções por S. aureus no sítio cirúrgico adquiridas no hospital pode ser reduzido por meio de triagem rápida por PCR e descolonização de portadores nasais de S. aureus na admissão14

BD MAX™ CPO

  • O CDC europeu afirma que os patógenos resistentes aos carbapenêmicos são uma das maiores ameaças à segurança dos pacientes16
  • Os pacientes com CPO tem 3 vezes mais probabilidade de receber terapia empírica inadequada do que os pacientes sem CPO (46,5% vs 11,8%), resultando em internações hospitalares mais longas e aumento do custo do sistema17
  • Os genes de carbapenemases KPC e OXA-48 foram encontrados com mais frequência em Klebsiella pneumoniae e Escherichia coli resistentes a carbapenemases18
  • A vigilância ativa pode reduzir a transmissão de CPO em ambientes de saúde19-20
  • A triagem de pacientes internados em hospitais para CPO pode ser custo-efetiva e até econômica20
  • Os hospitais nos Países Baixos e no Reino Unido estimaram que o impacto económico de um surto nas suas instalações seria de aproximadamente 1.000.0008,9 euros21-22

BD MAX™ CERTEST VRE

  • A resistência a vancomicina é geralmente mais prevalente em Enterococcus23
  • Foi observado um aumento nas taxas de infecção e colonização por VRE no período pós-pandemia24
  • A taxa de mortalidade em Enterococcus resistentes à vancomicina (VRE) podem chegar até 70%23
  • A Anvisa em 2022 reportou que foram testados 443 E.faecium para vancomicina na UTI adulto e destes 54,4% foram resistentes25

BD MAX™ CDIFF

  • Mais de 90% das mortes por ano causadas por Cdiff acontecem em pacientes acima de 65 anos26
  • Um estudo realizado em Belo Horizonte (2018) mostrou uma prevalência de 31,8% para infecções por Cdiff27
  • O Cdiff é a causa infecciosa (evitável) mais importante de diarreia associada aos cuidados de saúde na Europa e está associada a elevada morbilidade e mortalidade28
  • Os métodos diagnósticos tradicionais podem ser demorados (cultura toxigênica ou ensaio de neutralização de citotoxicidade celular) ou podem ter baixa sensibilidade (ensaios de glutamato desidrogenase)29-30
1.PROGRAMA NACIONAL DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE (PNPCIRAS) 2021 a 2025
2.Messacar K, Hurst AL, Child J, et al. Clinical impact and provider acceptability of real-time antimicrobial stewardship decision support for rapid diagnostics in children with positive blood culture results. J Pediatric Infect Dis Soc. 2017; 6(3):267.
4.Boletim Epidemiológico | Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente | Ministério da Saúde Volume 55 | N.º 2 | 17 jan. 2024
5.World Health Organization. Health care-associated infections fact sheet. Available at: https://www.who.int/gpsc/country_work/gpsc_ccisc_fact_sheet_en.pdf. Accessed February 2020. 
6.World Health Organization. 2016. Health care without avoidable infections. Available at: https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/246235/WHO-HIS-SDS-2016.10-eng.pdf;jsessionid=C477D74DC9AF05C3BEA0474CF2C8B601?sequence=1. Accessed February 2020. 
7.European Centre for Disease Prevention and Control. Healthcare-associated infections: surgical site infections. Annual epidemiological report for 2017. Accessed March 2020.
8.Nelson and Williams. Infectious Disease Epidemiology. Burlington, MA, Jones and Bartlett Publishers. 2014:Chapter 14;383.
9.Riche, Cezar Vinícius Würdig et al. “Epidemiology and risk factors for mortality among methicillin-resistant Staphylococcus aureus bacteremic patients in Southern Brazil.” PloS one vol. 18,4 e0283774. 13 Apr. 2023, doi:10.1371/journal.pone.0283774
10.Machado, Thamiris Santana et al. “Virulence Factors Found in Nasal Colonization and Infection of Methicillin-Resistant Staphylococcus aureus (MRSA) Isolates and Their Ability to Form a Biofilm.” Toxins vol. 13,1 14. 25 Dec. 2020, doi:10.3390/toxins13010014
11.Luzar MA et al. N Engl J Med 1990. 
12.Kluytmans JA. J Infec Dis 1995. 
13.Nouwen J et al. JCM 2006.
14.Bode, L. G. et al (2010). N Engl J Med 362(1): 9-17.
15.BD MAX™ StaphSR [Package Insert]. Sparks, MD: Becton, Dickinson and Company
16.World Health Organization. Infection prevention and control; 2017. Available at: http://www.who.int/infection-prevention/publications/guidelines-cre/en/. Updated 2017, Accessed May 2020. 
17.Grundmann H et al. Lancet Infect Dis. 2017;17:153–63.
18.Zilberberg M et al. BMC Infect Dis. 2017;17(1):279.
19.Antonelli A et al. Diagn Microbiol Infect Dis. 2016;86(1):30-34.
20.Lapointe-Shaw L, et al. Eur J Clin Microbiol Infect Dis. 2017;36(6):1047-1055.
21.Mollers M et al. Emerg Infect Dis. 2017;23(9):1574-1576.
22.Otter JA et al. Clin Microbiol Infect. 2017;23(3):188-196.
23.Eichel VM, Last K, Brühwasser C, et al. Epidemiology and outcomes of vancomycin-resistant enterococcus infections: a systematic review and meta-analysis. J Hosp Infect. 2023;141:119-128. doi:10.1016/j.jhin.2023.09.008
24.Abubakar, Usman et al. “Impact of COVID-19 pandemic on multidrug resistant gram positive and gram negative pathogens: A systematic review.” Journal of infection and public health vol. 16,3 (2023): 320-331. doi:10.1016/j.jiph.2022.12.022
26.(https://www.jvascsurg.org/article/S0741-5214(22)01238-1/fulltext) Clostridium difficile: More Challenging than Ever
27.(https://www.scielo.br/j/ag/a/Rm6nW4JMwJhgHy5RCMCLV5K/?lang=en) STRUCTURING A FECAL MICROBIOTA TRANSPLANTATION CENTER IN A UNIVERSITY HOSPITAL IN BRAZIL Out 2020.
28.Tschudin-Sutter S et al. Clin Microbiol Infect. 2018;24(10):1051-1054
29.Surawicz CM et al. Am J Gastroenterol. 2013;108(4):478-499.
30.Peterson LR, Robicsek A. Ann Intern Med. 2009;151(3):176-179.
31.Polage C et al. Clin Infect Dis. 2012;55(7):982-989.
32.BD MAX™ Cdiff [Package Insert]. Sparks, MD: Becton, Dickinson and Company; 2017
33.Surawicz CM et al. Am J Gastroenterol. 2013;108(4):478-499.
34.Peterson LR, Robicsek A. Ann Intern Med. 2009;151(3):176-179
35.Tschudin-Sutter S et al. Clin Microbiol Infect. 2018;24(10):1051-1054

Infecções Gastrointestinais

Com painéis sindrômicos direcionados para atender às necessidades clínicas e otimizar os resultados

Como pode ser difícil diferenciar a causa da doença gastrointestinal, os testes direcionados permitem que os médicos decidam com precisão quais testes são necessários de acordo com a apresentação clínica e o histórico do paciente. Os painéis entéricos BD MAX™ proporcionam uma detecção rápida e melhorada (em comparação com os métodos tradicionais) de agentes patogénicos bacterianos, virais e parasitas que causam ≥ 95% da diarreia infecciosa. O menu abrangente de painéis entéricos reduz significativamente o tempo, os materiais e o trabalho na bancada do laboratório.

Desafios do manejo de pacientes

A DIARREIA INFECCIOSA AFETA BILHÕES DE PESSOAS EM TODO O MUNDO A CADA ANO TODO O MUNDO A CADA ANO

  • Existem aproximadamente 1,7 bilhão de casos de diarreia por gastroenterite infecciosa a cada ano.1
  • A diarreia infecciosa é a 2ª causa principal de morte em crianças com menos de 5 anos.1
  • No Brasil, o número médio de mortes por gastrointerites de 2012 a 2020 foi 3.789,112
  • Está entre as principais causas de doença em todo o mundo e está associada a 1,5 a 2,5 milhões de mortes por ano3

Desafios de Diagnóstico

AS LIMITAÇÕES DOS MÉTODOS TRADICIONAIS INCLUEM:

  • Atraso na liberação dos resultados4

  • Dificuldade em cultivar certos organismos em meios de cultura5

  • Resultados falsos negativos devido à interpretação subjetiva da microscopia6

  • Baixa sensibilidade e detecção limitada de alvos com imunoensaios7

Teste Direcionado

A DETERMINAÇÃO DE UM DIAGNÓSTICO CLÍNICO ESPECÍFICO PODE BENEFICIAR UM PACIENTE COM DIARREIA INFECCIOSA EM:

  • Direcionar a terapia apropriada.
  • Permitir o uso criterioso de agentes antimicrobianos.
  • Diminuir as estadias hospitalares e evitar isolamento desnecessário.

Conheça o portfólio BD MAX™ para detecção de Infecções Gastroentestinais

BD MAX™ BACTÉRIAS ENTÉRICAS

  • Detecção de 4 dos principais microrganismos associados com surtos diarreicos:8
  • STEC – Aproximadamente 176–250 mil casos por ano
  • Shigella spp – Aproximadamente 130 mil casos por ano
  • Campylobacter spp – Aproximadamente 850mil–1.5 milhões de casos por ano
  • Nontyphoidal Salmonella spp – aproximadamente 1.4 milhoes de casos por ano
  • Diagnóstico e resultados mais precisos para auxiliar no tratamento apropriado9
  • Reduz os consumíveis relacionados aos métodos convencionais em uma média de 60%10
  • Economiza espaço e recursos necessários para o processamento de amostras de fezes por métodos convencionais
  • A implementação da detecção oportuna e precisa de organismos pode melhorar o gerenciamento do paciente e a administração antimicrobiana11

BD MAX™ BACTÉRIAS ENTÉRICAS ESTENDIDO

Detecção de 4 dos principais microrganismos associados com surtos diarreicos:8

  • STEC –  Aproximadamente 176–250 mil casos por ano
  • Shigella spp – Aproximadamente 130 mil casos por ano
  • Campylobacter spp – Aproximadamente 850mil–1.5 milhões de casos por ano
  • Nontyphoidal Salmonella spp – aproximadamente 1.4 milhoes de casos por ano
  • Tem como alvo patógenos que são sazonalmente e regionalmente implicados em gastroenterite bacteriana – Vibrio spp., Yersinia entercolitica, E. coli enterotoxigênica (ETEC) e Plesiomonas shigelloides.
  • Simplesmente encaixe na tira de teste do Painel Bacteriano Entérico, mediante solicitação quando há suspeita de bactérias adicionais transmitidas por alimentos ou água ou para o paciente imunocomprometido. Alternativamente, este painel pode ser solicitado para cada amostra de fezes se for desejada uma cobertura estendida.12

BD MAX™ PARASITAS ENTÉRICOS

  • Cryptosporidium é uma das principais causas de diarreia moderada a grave (MSD) e mortalidade em crianças pequenas em países africanos e asiáticos13
  • A Entamoeba histolytica14 patogênica não pode ser diferenciada da espécie não patogênica Entamoeba dispar15 pela microscopia tradicional, o que pode resultar em diagnóstico incorreto
  • Giardia infecta aproximadamente 200 milhões de indivíduos em todo o mundo13
  • As infecções por E. histolytica podem chegar até 100 mil mortes por ano16

BD MAX™ VÍRUS ENTÉRICOS

  • Globalmente, estima-se que o norovírus seja a causa mais comum de gastroenterite aguda – responsável por 685 milhões de casos todos os anos, dos quais 200 milhões ocorrem em crianças menores de 5 anos, levando a cerca de 50.000 mortes infantis todos os anos, principalmente em países em desenvolvimento17
  • Os rotavírus são a causa mais comum de doenças diarreicas graves em crianças pequenas em todo o mundo18
  • O custo usado nos tratamentos da doença Rotavírus, incluindo consultas ambulatoriais e hospitalizações, excede $200 mi de dólares por ano para os governos e sistemas de saúde globalmente19
  • Em um estudo no Brasil feito de 2019 até 2022, foi encontrada prevalência de 37,2 % para o norovírus (GI e GII) e de 20,1% em 2020 foi para 55,4% em 202120
  • De acordo com um estudo no Rio de Janeiro, Acre e Amazonas, foram foram encontradas prevalências, em crianças menores de 5 anos, de: 12,3% Norovírus e 4,7% Astrovírus (e 6,2% dos sintomáticos para gastroenterites agudas não bacterianas)21
1.World Health Organization. Diarrhoeal disease. Available at: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/diarrhoeal-disease. Accessed May 2020.
2.Diarreia e gastroenterites de origem infecciosa presumível: análise do perfil  epidemiológico nas regiões do Brasil no período de 2012 a 2020. Leonardo Deyvid Lima Veras.
3.Sattar SBA, Singh S. Bacterial Gastroenteritis. In: StatPearls. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; August 8, 2023
4.Mortensen et al. BMC Clin Pathol. 2015;15:9.
5.Anderson et al. J Clin Microbiol. 2014;52(4):1222-1224.
6.Centers for Disease Control and Prevention. Parasites – Amebiasis – Entamoeba histolytica Infection. Available at: https://www.cdc.gov/parasites/amebiasis/index.html. Updated December 16, 2015. Accessed May 2020.
7.Humphries R et al. Clin Microbiol Rev. 2015;28(1):3-31.
8.Fleckenstein JM, Matthew Kuhlmann F, Sheikh A. Acute Bacterial Gastroenteritis. Gastroenterol Clin North Am. 2021;50(2):283-304. doi:10.1016/j.gtc.2021.02.002
9. Bauman M. Transitioning from culture to molecular: implementation and integration of BD Max Enteric Bacterial Panel at Cincinnati Children’s Hospital. ADVANCE Healthcare website. http://laboratory-manager.advanceweb.com/SharedResources/Downloads/2015/051815/bd_advertorial.pdf. Updated June 2015. Accessed June 1, 2016. 
10. Felder RA et al. J Lab Autom. 2014;19(5):468-473
11. Mortensen JE et al. BMC Clin Pathol. 2015;15:9
12.Humphries, R et al. Clin Microbiol Rev. 2015;28(1):3-31.
13.Hijjawi N, Zahedi A, Al-Falah M, Ryan U. A review of the molecular epidemiology of Cryptosporidium spp. and Giardia duodenalis in the Middle East and North Africa (MENA) region. Infect Genet Evol. 2022;98:105212. doi:10.1016/j.meegid.2022.1052122.
14.Powell S et al. Medical Laboratory Observer website. Available at: https://www.mlo-online.com/home/article/13008417/the-impact-of-molecular-approaches-to-infectious-disease-diagnostics. Updated August 2015. Accessed June 2018.
15.Centers for Disease Control and Prevention. Parasites – Amebiasis – Entamoeba histolytica Infection. Available at: https://www.cdc.gov/parasites/amebiasis/index.html. Updated December 2015. Accessed May 2020.
16.Chou A, Austin RL. Entamoeba histolytica Infection. In: StatPearls. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; April 17, 2023.
17.Centers for Disease Control and Prevention. Norovirus Worldwide. Availablwe at: https://www.cdc.gov/norovirus/trends-outbreaks/worldwide.html. Updated July 16, 2018.
18.World Health Organization. Rotavirus, Immunization, Vaccines and Biologicals. Available at: https://www.who.int/immunization/diseases/rotavirus/en/
19.The economic impact of the introduction of universal rotavirus vaccination on rotavirus gastroenteritis related hospitalisationsin children in Ireland Mar 2023.
20.Norovirus Epidemiology and Genotype Circulation during the COVID-19 Pandemic in Brazil, 2019–2022 Jan 2024.
21.Epidemiological and molecular investigation of norovirus and astrovirus infections in Rio Branco, Acre, Northern Brazil: A retrospective study Jan 2019.

Infecções Respiratórias

Detecção de patógenos respiratórios altamente transmissíveis

A eficiência e versatilidade oferecidas pelo sistema BD MAX™ em conjunto com o portfólio respiratório, facilitam o diagnóstico de infecções respiratórios para tratamentos rápidos e direcionados a necessidade do paciente.

Propagação global de Infecções Respiratórias

  • Globalmente, a cada ano durante o período sazonal, ocorre cerca de 1 bilhão de casos de gripe, dos quais 3 a 5 milhões são casos graves.1
  • A tuberculose é uma das principais causas de morte infecciosa do mundo, com 10 milhões de pessoas que contraem a doença a cada ano e 1,5 milhão de mortes.2
  • 99% das mortes em crianças abaixo de 5 anos com infecções do trato respiratório inferior relacionadas com a Influenza ocorrem em países em desenvolvimento3

Desafios de Diagnóstico

O DIAGNÓSTICO DE INFECÇÕES RESPIRATÓRIAS AGUDAS PODE SER DIFÍCIL

  • Sintomas clínicos: vários outros vírus e bactérias causam sintomas semelhantes, portanto, muitas doenças semelhantes à infuenza são determinadas como não sendo Infuenza.4
  • Gerenciamento da necessidade de teste: Infecções respiratórias agudas propagam-se facilmente de pessoa para pessoa, pelo ar ou por contato direto ou indireto. A infecção sazonal ou pandêmica leva a grandes volumes de testes e a necessidade de um diagnóstico rápido para direcionar o isolamento e o tratamento.
  • Precisão do resultado do teste: os testes respiratórios tradicionais podem ser menos contáveis e podem ocorrer resultados falsos positivos ou falsos negativos.5

Valor do Teste Molecular

O DIAGNÓSTICO RÁPIDO E PRECISO É FUNDAMENTAL

  • O teste viral molecular, PCR em tempo real possui alta sensibilidade.
  • O teste molecular para TB fornece resultados para atendimento de alta qualidade ao paciente, baixo risco de contaminação e facilidade de desempenho e velocidade.6

Conheça o portfólio BD MAX™ para detecção de Infecções Respiratórias

BD MAX™ MDR-TB

  • Testes apenas com a resistência a RIF podem levar ao tratamento inadequado de pacientes com TB suscetível a RIF/resistente a INH, resultando em altas taxas de falha, recidiva e desenvolvimento de MDR-TB7
  • A determinação da resistência a antibióticos é crítica no gerenciamento do tratamento e dos processos potenciais de isolamento para pacientes confirmados com TB
  • O diagnóstico rápido pode acelerar o tratamento do paciente e prevenir a transmissão da doença
  • Resultados de ensaios específicos para katG e inhA, as duas mutações genéticas mais conhecidas que causam TB resistente à Isoniazida, direcionam ainda mais as dosagens e combinações de medicamentos apropriados para o planejamento bem-sucedido do tratamento do paciente

BD MAX™ PAINEL VIRAL (SARS-CoV-2, FLU A, B & RSV)

  • Do ponto de vista clínico, a Influenza e a COVID-19 podem ter sinais e sintomas sobrepostos e, portanto, não podem ser distinguidos sem testes de diagnóstico diferencial8

Clique na imagem para abrir

  • Ocorrem aproximadamente 1 bilhão de Influenza sazonais no mundo, e destes, 3 a 5 milhões desenvolvem casos graves3
  • A influenza é relacionada com 250.000 a 500.000 mortes por ano3
  • Os sintomas começam 1–4 dias após a infecção e geralmente duram cerca de uma semana3
  • Até dezembro de 2022 o Brasil era o terceiro país mais afetado pela COVID-19, com 36 milhões de casos e 695 mil mortes relacionadas9
  • Em maio de 2024 o Brasil registra mais de 38,5 milhoes de casos de COVID-19 e mais de 710 mil mortes10

BD MAX™ CERTEST FLU A, B E RSV

  • A Influenza sazonal pode cocircular como uma mistura dos tipos A e B a cada ano – em 2019, 71% dos casos eram do tipo A, resultando potencialmente em alta mortalidade em pacientes idosos11
  • O VSR é altamente contagioso e é responsável por 42–45% das internações hospitalares por infecções do trato respiratório inferior em crianças menores de 2 anos na Europa12
  • Ocorrem aproximadamente 1 bilhão de Influenza sazonais no mundo, e destes, 3 a 5 milhões desenvolvem casos graves3
  • A influenza é relacionada com 250.000 a 500.000 mortes por ano3
1.World Health Organization. 8 Things to know about pandemic influenza. Available at: https://www.who.int/news-room/feature-stories/detail/8-things-to-know-about-pandemic-influenza. Accessed April 2020.
2.World Health Organization. Tuberculosis. Available at: https://www.who.int/health-topics/tuberculosis#tab=tab_1. Accessed May 2020.
3.Influenza (Seasonal) (who.int) espirra.Influenza: Diagnosis and Treatment 2019;100(12):751-758
4.European Centre for Disease Prevention and Control. Factsheet about seasonal influenza. Available at: https://www.ecdc.europa.eu/en/seasonal-influenza/facts/factsheet. Accessed April 2020.
5.Centers for Disease Control and Prevention. Information on Rapid Molecular Assays, RT-PCR, and other Molecular Assays for Diagnosis of Influenza Virus Infection. Available at: https://www.cdc.gov/flu/professionals/diagnosis/molecular-assays.htm. Accessed April 2020.
6.Eddabra R and Ait Benhassou H. Pneumonia. 2018;10:4. Published 2018 May 25.
7.Olson et al. Open Forum Infect Dis. 2019 May 14;6(6):ofz222. doi: 10.1093/ofid/ofz222.
8. Centers for Disease Control and Prevention. Similarities and Differences between Flu and COVID-19. Accessed February 2, 2020. Available at: https://www.cdc.gov/flu/symptoms/flu-vs-covid19.htm. Centers for Disease Control and Prevention
9.Severe viral lower respiratory tract infections in Brazilian children: Clinical features of a national cohort 
10.Coronavírus Brasil (saude.gov.br)
11. European Centre for Disease Prevention and Control. Regional situation assessment – Seasonal influenza. 18 December 2019. Available at: https://www.ecdc.europa.eu/sites/default/files/documents/influenza-situation-assessment-18-December-2019.pdf.
12. ReSiVNET. Respiratory syncytial virus. 2019. Available at: http://www.resvinet.org/about-rsv.html. Accessed March 2020

Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs)

Portfólio de diagnóstico e screening, para flexibilidade e desempenho com base em requisitos clínicos.

A BD está comprometida com a inovação contínua para apoiá-lo com um portfólio de diagnóstico aprimorado, com processamento de amostra eficiente e resultados precisos.

 

Infecções Vaginais

AS INFECÇÕES VAGINAIS SÃO COMUNS, MAS DIFÍCEIS DE DIAGNOSTICAR, E PODEM LEVAR AO TRATAMENTO INADEQUADO, SINTOMAS INCÔMODOS CONTÍNUOS E RISCOS ASSOCIADOS GRAVES

  • Até 75% das mulheres experimentam pelo menos um episódio de Vaginite e Vaginose (VV) durante a vida.31
  • O diagnóstico preciso de Vaginose Bacteriana (VB), Candidíase Vulvovaginal (VVC) e Tricomoníase causada por Trichomonas vaginalis (TV) é fundamental para o manejo do paciente, pois cada infecção requer medicamentos e regimes de tratamento exclusivos.1
  • A falta de métodos de diagnóstico precisos e variações na prática clínica deixam aproximadamente 30% das mulheres sem diagnóstico, apesar da consulta médica.2

Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST)

O ENSAIO BD MAX™ CTGCTV2 FORNECE RESULTADOS PARA DUAS DAS INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISÍVEIS NÃO VIRAIS MAIS PREVALENTES COM APENAS UMA AMOSTRA, COLETA E EXECUÇÃO

  • Mais de 1 milhão de IST são adquiridos todos os dias. Em 2016, a OMS estimou 376 milhões de novas infecções: tricomoníase (156M), clamídia (127 M), gonorreia (87 M) e sífilis (6,3 M).3
  • As consequências de CT, GC e TV podem ser graves. As sequelas de longo prazo incluem doença infamatória pélvica, gravidez ectópica, infertilidade e bebês prematuros ou com baixo peso ao nascer.

Desafios associados ao rastreamento e diagnóstico de IST

HOSPITAIS E LABORATÓRIOS ENFRENTAM DESAFIOS CRESCENTES NO GERENCIAMENTO DA CARGA DE TRABALHO E DAS NECESSIDADES DOS PACIENTES

  • O rastreamento e diagnóstico de IST requer um ensaio capaz de detectar com precisão infecções que costumam ser assintomáticas, ou têm os sintomas comuns que podem dificultar a diferenciação dessas infecções.
  • Os laboratórios e médicos precisam de resultados nos quais possam confiar e soluções eficientes que os ajudem a reduzir a carga de trabalho e custos.

Conheça o portfólio BD MAX™ para detecção de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST)

BD MAX™ CTGCTV2

  • As consequências de CT, GC e TV podem ser sérias. Sequelas de longo prazo incluem doença inflamatória pélvica, gravidez ectópica, infertilidade e bebês prematuros ou de baixo peso ao nascer
  • Mais de 1 milhão de ISTs são adquiridas todos os dias. Em 2016, a OMS estimou 376 milhões de novas infecções com 1 de 4 ISTs: tricomoníase (156M), clamídia (127M), gonorreia (87M) e sífilis (6,3M)4
  • Hospitais e laboratórios enfrentam desafios crescentes no gerenciamento da carga de trabalho e das necessidades dos pacientes
  • O rastreamento e/ou diagnóstico de ISTs requer um teste capaz de detectar com precisão infecções que geralmente são assintomáticas, enquanto sintomas comuns podem dificultar a diferenciação dessas infecções.

BD MAX™ PAINEL VAGINAL

  • Até 75% das mulheres sofrem pelo menos um episódio de V/V durante a vida5
  • O diagnóstico preciso de BV, VVC e TV é essencial para o tratamento do paciente, pois cada infecção requer medicamentos e regimes de tratamento exclusivos5
  • A falta de métodos de diagnóstico precisos e as variações na prática clínica deixam aproximadamente 30% das mulheres sem diagnóstico, apesar de uma consulta clínica6
  • A V/V é difícil de diagnosticar devido à sobreposição de sintomas7-8 e à coinfecção do paciente5
  • Riscos sérios incluem bebês prematuros ou de baixo peso ao nascer, aborto espontâneo tardio, risco aumentado de aquisição de infecções sexualmente transmissíveis (incluindo HIV) e doença inflamatória pélvica5
  • As infecções vaginais podem causar sintomas irritantes que prejudicam a qualidade de vida e outras consequências graves5
  • O diagnóstico incorreto pode resultar em tratamento inadequado, sintomas contínuos e consultas médicas repetidas7
1.Workowski KA, Bolan GA. MMWR Recomm Rep. 2015;64(RR-03):1-137
2.Anderson MR et al. JAMA. 2004;291(11):1368-1379
3.Sexually transmited infections (STIs). Factsheet. June 14, 2019. Available at: https://www.who.int/en/news-room/fact-sheets/detail/sexually-transmitted-infections-(stis). Accessed February 2020.
4.Sexually transmitted infections (STIs). Factsheet. June 14, 2019. Available at: https://www.who.int/en/news-room/fact-sheets/detail/sexually-transmitted-infections-(stis). Accessed February 2020.
5.Workowski KA, Bolan GA. MMWR Recomm Rep. 2015;64(RR-03):1-137
6.Anderson MR et al. JAMA. 2004;291(11):1368-1379
7.Hainer BL, Gibson MV. A Fam Phys. 2011;83(7):807-815
8.Paladine H, Desai U. A Fam Phys. 2018;97(5);321-329